Reputação: http://www.youtube.com/watch?v=YsEGXM-bfVQ
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Neste espaço cabem opiniões e reflexões acerca de temas transdisciplinares por excelência: - administração, - artes, - comunicação, - consultoria, - cultura, - editoração, - jornalismo, - 'marketing concept', - marketing cultural, - produção cultural, - propaganda, - relações públicas, - 'rock'. Suas matérias refletem única e exclusivamente o pensamento do autor. Os comentários são livres e de responsabilidade de seus respectivos autores.
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O Sol não poderia baixar completamente, neste dia de hoje, sem que eu fizesse uma manifestação aqui, neste espaço, numa espécie de ‘desabafo às avessas’.
A vida profissional, com nossa formação, neste país, não é fácil. Querer uma sociedade melhor – seja lá que melhor for este –, pugnar por instituições mais fortes e causas mais sólidas, daquele tipo que move uma boa parcela da juventude (a reserva de qualquer nação), como aconteceu ao redor do mundo em 1968, soa quase como uma reminiscência tola ou apenas mais um desejo naïf de aborígene...
E, falando de mim, num momento em que os Correios descumprem, as gráficas atrasam – e erram – as ligações caem, os ‘valores’ entortam, os políticos ainda mais nos decepcionam, as instituições claudicam, a mídia exorbita e o trabalho mal remunera (e nem sempre reconhece esforços nas madrugadas), recompensa total e integralmente, ler manifestações como estas.
Um ‘job’ dos sonhos – como cheguei a escrever neste blog, no ‘start’ da campanha, com RPs, jornalistas e publicitários integrados, é o que vivencio (de 15/03 a 15/05) e testemunho, provando aquilo que prego em sala de aula há quase três décadas.
Muito agradecido (o Profeta Gentileza, figura típica da cena brasileira, ensinava: - não diga obrigado, diga agradecido) a vocês. E peço, por gentileza (a mesma entidade pregava: - não peça ‘por favor’, peça ‘por gentileza’) a todos.
Prossigam acreditando nas relações públicas, como área de ideais e ações transformadoras. Podemos ajudar a fazer um país ‘mais mãe’ gentil – pátria amada – Brasil.
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O GLOBO noticia em 1a. página a crítica, pertinente, que se faz à propriedade cruzada da CCR, monopolizando - ou melhor, cartelizando - o...
... acesso ao Rio de Janeiro, já que ontem assumiu 80% do controle da Barcas S/A e são suas a ponte Rio-Niterói e a Nova Dutra. Alvíssaras!
Por este lúcido entendimento e esta mensagem a seus leitores, podemos esperar que as Organizações Globo também deixem, pacificamente, de...
... descumprir esse mandamento do bom senso e de marcos regulatórios civilizados, cessando de praticar a propriedade cruzada nos meios em...
... que atuam e cedam o controle dos veículos que cartelizam a audiência brasileira a outros controladores com outras equipes e outros produtos.
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Na minha vida, tive a sorte de contar com ótimos professores, desde o início, no ensino fundamental e no "Clássico" - Dilza, Dora, Cidinha, Antonieta, Tonica, Maria Galdina, Sonia - são nomes desse tempo.
Na UERJ, idem. Cid, Aquiles, Ivair, Heloisa, Nuno, Arthur, Roberto, Herbete e José Henrique são alguns memoráveis mestres. Mas um ficou mais marcado na minha carreira: Manoel Maria de Vasconcellos (www.cpdcom.inf.br).
Pioneiro do marketing e das relações públicas no Brasil - tanto praticando quanto ensinando (UFRJ, UERJ, PUC, FACHA, ESPM, UNESA), Vasconcellos vislumbrou o contato entre as duas áreas e influenciou-me com sua visão.
E nada há de mais fundamental em marketing que os 4 Ps de Neil Borden e Jerome McCarthy. Algo que veio de fora para dentro da academia. Direto das reuniões de vendas para as salas de aula, na então nascente disciplina (Estados Unidos dos anos 1940/50).
Manoel Maria esteve no grupo que introduziu a nova matéria no ensino de Administração da FGV (anos 1950) e que, "de quebra", deliberou também que a "coisa" nova não teria tradução para o português. E o mestre dizia: mar-qué-tin-gue, com seu sotaque potiguar.
Conheci-o na UERJ, ministrando "pró-pa-gan-da" (ressoa até hoje em meus ouvidos), e amando o que fazia - ainda era consultor de empresas (revisou minha primeira proposta de prestação deste serviço, como autônomo, em 1986), além de ensinar (na pós da ESPM, também à época).
A "sacação" de resumir tudo o que se pode extrair de uma visão - que chamei "plena" - de Relações Públicas, nasceu naquelas salas do décimo andar. Antes eu já havia ousado colocar um 12o. P no composto de marketing do Francisco Madia ("Powerbranding"), criando um neologismo. Agora, a tentação do mnemônico ajudou a sintetizar um composto de RRPP (e teimo no uso desta sigla para sempre lembrar de outro grande mestre: Roberto Porto Simões): os 4 Rs: reconhecimento, relacionamento, relevância e reputação.
E o meu impulso de doação, de informação disto a todos aqueles que ainda não conhecem as Relações Públicas, mas que delas muito poderiam beneficiar-se - sobretudo indivíduos e pequenos/médios empreendedores - é meu presente por 30 anos de formação.
Salve!
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