quarta-feira, 11 de junho de 2025

Campanha coloca o 'Sistema 5R-INDEX' em evidência. Reduza riscos de crises de imagem pública e garanta a transparência de sua organização.


Por que transparência tornou-se 'trend topic'?

Porque é pilar da governança corporativa!

Moral da história:

Sem comunicação, sem transparência;

Sem transparência, sem governança.

Veja, aqui mesmo, no Portal O.C.I. – nas Notas publicadas anteontem, 08/06 -, a nova campanha (composta por 7 Lives e 7 Vídeos).

Metodologia de avaliação, métrica e indicador próprios, além de prover transparência, constituem um sistema de análise de riscos de crises de imagem pública, hoje, das principais preocupações de gestores – públicos, privados e do terceiro setor.

Na série de Lives e Vídeos são apresentados – além dos princípios e conceitos da inovação -, o ‘Manual de Compliance para a Comunicação Corporativa’ e o Aplicativo ‘5R-INDEX’.

E para conhecer melhor a Norma gerada pela pesquisa CNPq UERJ/O.C.I. e o ‘Índice de Transparência Ativa’, acesse:

www.5R-INDEX.com.br 

sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Hoje... um ano... do meu mais triste dia...

Silêncio... preces... lembranças...

Minha memória mandou-me lá para o Jardim de Infância ABC, na rua das Fiandeiras, Vila Olímpia. Depois, para a primário na São Domingos Sávio e, por fim, ao ginásio e ao colegial no Costa Manso.

Tal "viagem" percorreu 12 anos de minha vida, de 1964 a 1976.

Naqueles dias, a cada dia, enquanto eu estava na escola, minha mãe querida lá estava, em casa, firme, trabalhando por mim. Preparando minha comida, cuidando das minhas roupas e de nosso lar (e foram tantos endereços...) - sempre aconchegante, inundado por seu sorriso franco e espontâneo, sua alegria de viver, de cantar, sua curiosidade característica e seu carinho imensurável.  

A jornada no tempo, então, transporta-me para o sítio Nosso Cantinho, na Rio-Petrópolis. Um ano inteiro numa zona rural, papai em São Paulo e minha mãe ali, firme, no comando. Quantas coisas...

Depois, vem o tempo de Ilha do Governador - de 1978 a 1992... mais 14 anos felizes sob o seu teto com papai.

No final dessa estrada vêm os 5 anos que passei com minha mãe na Tijuca, após a minha separação, na virada de 2005 para 2006. Quanta dedicação ao marmanjo! Tudo funcionava à perfeição e eu, ainda, num usufruto infinito...

Oro para que mais e mais pessoas tenham a experiência de amor integral que experimentei sendo seu filho, D. Stella. Descanse eternamente. Eu volto!

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quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Rio, 25 de novembro de 2023.

Hoje, sonhei com minha mãe... neste décimo dia depois de seu passamento... pela primeira vez.

Ela me perguntou sobre um bolo de aniversário... e eu respondi que era verde, decorado com a bandeira do Brasil...

Ela estava bem, sorriso sempre brotando do rosto, espontâneo. Minha mãe tem esse jeito aí da foto...

Eu a deixei lá pelas 18 / 19 horas da terça-feira, 14 de novembro, e disse: 

- Tchau, mãe. No sábado eu volto. 

E fui para São Paulo, encontrar a Profa. Nelly - para tratar de seu legado... com ela e sua filha. Segundo a Nelly, "sua mãe está educando você até aqui...".

Eu, que me sentia culpado por seu estado atual, por tê-la levado ao Hospital baseado numa porcaria de Oxímetro, fui preparado por ela - e por Deus - para o desenlace de nosso convívio terreno que, desde sempre, foi o meu pior pesadelo.

Foram trezes longos meses, sendo sete deles, internada.

Nossa "impaciente" - como a chamávamos desde a outra internação longa, em 2016 - foi-se enfraquecendo...

E eu, sempre acreditando que o novo especialista, o novo tratamento, o novo remédio, trariam minha mãe de volta... para ao menos saber, ter consciência, de quanto a amávamos... fiquei no vácuo... mas acho que ela sempre soube de tudo o que estava acontecendo em seu entorno. Só estava cada vez mais fraca para expressá-lo.

Foi muito difícil e longo o caminho. Preocupavam-se comigo, "muito apegado", "grude"... De fato, nunca consegui orar pedindo a sua partida. E como ela não dava sinais de dor... eu não me sentia um egoísta por isso.

Eu orava muito - minha mãe e meu pai ensinaram-me a rezar - e pedia por um milagre. Isto aliás, é o que me segura. 

Mesmo sabendo que era pequeno, falho, pecador e desprovido de merecimento, eu orava sabendo que estava pedindo algo quase impossível - para Deus nada o é -, orava eu, pedindo demais.

E ela se foi entre 6 e 7 horas da manhã da quarta-feira, 15 de novembro, enquanto dormia, no silêncio da madrugada, em casa de meu irmão Mario, no quarto que sua neta Vitoria tão prontamente cedeu-o em 14 de abril último. Ninguém viu seu último suspiro. Deus quis assim.

Segundo a técnica de Enfermagem super-dedicada, super-carinhosa e super-crente, que lá estava, ao lado dela, em plantão, mas que no momento exato teve uma câimbra, foi tudo um plano perfeito de Deus para sua partida... eu, longe, num ônibus - sou "filho da Dutra" por causa dela -, provavelmente passando pela cidade de Caçapava, terra de meu pai.

Cheguei a São Paulo e imediatamente voltei com meu irmão caçula Mauricio, sua esposa Daniela e minha sobrinha, Ana Clara. Tive tempo apenas de abraçar o meu filho Thiago, este moço aí da foto, e sua esposa, Ciça.

Chegamos para orar por D. Stella e sepultá-la no jazigo que Mario e eu preparamos quando de sua primeira internação - da qual ela saiu como "Highlander". Desta última internação, ela saiu apelidada "Fênix".

Pois Stella vive, como Fênix, em nossos corações e em nossas memórias. Muitas fotos e vídeos nos ajudarão a lembrar da mãe incomparável com que Deus e o Manoel pai nos presentearam.

Até a vista, mãe.

Manoelzinho.

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quinta-feira, 16 de novembro de 2023

No vácuo... o filho da Dutra...

Ontem, feriado que cultiva a memória de um genuíno golpe de Estado - numa desgraçada república cuja "proclamação" só existe na pintura encomendada (um regime "legal", "democrático", "de Direito", que enriquece u'a mínima plutocracia que começa pelo poder judiciário e se espraia pelos demais, cujas sinecuras se multiplicam a cada ano que passa desde 1889) - marca o reencontro, no Éter, de minha mãe e meu pai, recriando o par energético que remonta a uma festa junina na região do Méier, no Rio de 1945.

E onde estava eu, ontem, na madrugada? Na Dutra - eterna ligação entre Rio e São Paulo. Talvez em frente ao município de Caçapava, terra de meu pai - algo cósmico que nos situa na Terra, parte do Universo imensurável. 

Esteja em paz, mãe, longe das dores deste mundo.

Somos só poeira de estrelas... a essência... de Stella, Manoel, e minha.

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sexta-feira, 23 de junho de 2023

Alberto Kaplan expõe na Real Galeria.

Av. Princesa Isabel, 500, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ.

De 29 de junho a 01 de setembro de 2023.

Informações: (21) 99490-0711.

RP: Marcondes Neto.

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segunda-feira, 29 de maio de 2023

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Confissão de um Cristão-velho.

- Foi mal aí, galer@


Mas não vou rir ou fazer rir

E nem gravar dancinha p'ra vender o meu peixe


Não sou humorista

E do que trato é trabalho...

Sério demais p'ra fazer memes


Não estudei por 54 anos - e tive publicados 14 livros - para fazer caber uma tese num 'card' animado


Lamento, mas...


Não dá para não ser sóbrio

Não dá para não ser formal

Não dá para não ser 'careta'


Quando se trata da gestão do dinheiro dos outros

Quando se trata de auditar balanços e transparência

Quando se trata de certificar práticas organizacionais


Fica difícil ser leve e lúdico num mundo que se desmancha sob os nossos olhos

Quando vícios viram moda, censura se traveste de virtude

E onde guerra passa a ser 'manutenção da paz'


Não dá para ser 'cool'

Quando o desvio de recursos públicos foi aceito 'pela vida' - gerando morte

E sofismar e mentir substituíram as funções de informar e educar


Perdoem-me


Mas estou cansado do 'me engana que eu gosto', do 'jeitinho', da não-resposta, e da ideia de fazer as coisas direito só quando for 'para inglês ver'


Afinal, vocês - concidadãos pagadores de impostos - não investiram em mim - em graduação, especialização, mestrado, doutorado e pós-doc - para eu fazer papel de criança rebolando até o chão 


E eu próprio não investi em mim - tempo, recursos, coração e mente - para fazer cara e tipo de intelectual, numa vida egoísta de desfrute


A ideia era - e continua sendo - estudar e entender antes, para só depois esclarecer e tentar explicar


Não se pode condensar uma dissertação em um 'reel', uma carreira em uma 'selfie', um livro num 'tweet', uma vida numa 'live'


[Prossigo]


Deus não nos criou para o Carnaval, mas para a Quaresma, 

para o silêncio e a reflexão sobre a vida natural e a evolução, e não para o ruído e a cegueira militante das cartilhas revolucionárias


[Mas reconheço o epílogo]


Que o seu Único Filho retorne triunfante sobre as trevas em que, com tanto denodo e dedicação, a humanidade-criação conseguiu repor o mundo.

sábado, 5 de setembro de 2020

AGORA são '8 Rs' da Comunicação Funcional!


Lançado o novo 'e-book' de Manoel Marcondes Machado Neto: '8 Rs da Comunicação Funcional: instrumental para uma governança transparente'.

Neste ambiente de lançamento, coincidentemente, a Lamparina Sustentabilidade, empresa especializada em assessorar organizações em termos de Comunicação e Gestão, realizou - no IGTV - entrevista 'Comunicação e Transparência' com o autor.  

Gratidão à Isabela Esteves, cofundadora da Lamparina Sustentabilidade, pela oportunidade da conversa.

https://www.instagram.com/tv/CEpm2kcJxCO/

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sexta-feira, 17 de julho de 2020

Convergências entre Relações Públicas e Marketing.

Este quadro faz parte do livro 'Relações Públicas e Marketing: convergências entre Comunicação e Administração' (Ciência Moderna, 2016), disponível em formato impresso e 'e-book'.

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segunda-feira, 29 de junho de 2020

Marcas do Tempo.


Minha mãe caiu de novo. Tomou mais um tombo – o quarto – e machucou o rosto. Faz três semanas. Tomou quatro pontos e o corte já cicatrizou. Mas a queda deixou sua feição marcada. Seu olhar ficou um pouco mais perdido, embora sua alma esteja lá, intacta, olhando para mim.

Com o lixo da pandemia chinesa fiquei 10 semanas quase sem vê-la. Odeio o Partido Comunista Chinês por isso. Monstros. Quantos filhos não puderam ver suas mães caírem. Ou evitar seus tombos... Quantos filhos não puderam ver suas mães morrerem... E partirem sem nem velório. Monstros mais uma vez.

Mas já posso vê-la, com todos os cuidados, sim. Suspendemos o lockdown de mãe. Chega! Abracei-a ontem e vou fazê-lo de novo hoje, retomando uma rotina de plantões que nós, filhos, nos impusemos fazer depois de duas cirurgias que quase a levaram de vez em 2016.

Ela – que ficou 64 dias hospitalizada, sendo 47 numa U.T.I. – nos conta que viu o Pai. Não o seu ex-marido, mas o Pai Eterno. E Ele lhe disse que ainda não era sua hora. Que voltasse daquele portal. E ela voltou. Para nossa alegria. Reconhecendo-nos a todos e, apesar da memória abalada por 95 anos de vida, lembrando episódios da longa jornada.

Vejo fotos com ela, escuto música, jogo dominó, assisto-a fazendo caça-palavras que volta e meia compro para ela.   

Minha mãe nasceu em 1925, no dia 21 de maio – sob o signo de Gêmeos. Trabalhou fora, na Companhia Telefônica Brasileira (CTB), onde chegou ao cargo de supervisora de telefonistas. Namorou meu pai por dez anos. Ela, de Cascadura (RJ) – ele, de Caçapava (SP). Por isso digo que sou 'filho da Dutra'. Casados no Méier, foram para São Paulo.

Três anos depois, eu nascia na Maternidade São Paulo, à rua Frei Caneca. Morávamos na avenida Lavandisca, em Moema – de onde não tenho lembranças. Com um ano ou dois fomos, para a Vila Olímpia – rua Nova Cidade, 263 – e, depois, no 275. Lá passei a infância até os doze anos. Depois, fomos para a rua Gomes de Carvalho, 1095. Mais três anos muito felizes. Estudei na rua Fiandeiras (no Jardim de Infância ABC), na rua Casa do Ator (Gurilândia São Domingos Sávio) e na rua João Cachoeira (no Instituto Estadual de Educação Ministro Costa Manso – onde fiquei por oito anos).

E quem acompanhou tudo isso de perto, perto mesmo, ao lado de meu pai, Manoel Filho? Mamãe Stella. Revezavam-se na assinatura de meu Boletim escolar. E minha mãe todo ano me levava ao posto do MEC-FENAME  - na galeria Prestes Maia (no Anhangabaú) para comprar material escolar, e ao da CMTC para adquirir passes para os ônibus – das linhas 699 e 700 – que eu tomava na avenida Dr. Cardoso de Melo, saltando na rua Clodomiro Amazonas, na ida – e vice-versa, na volta.

Os últimos três anos de Paulicéia foram na rua Benjamin Constant, no Campo Belo. Ali, tirei a minha primeira carteira de trabalho e tive a minha primeira namorada – que se mudou para o Rio (e foi motivo de minha vinda também, um ano depois, em 20 de dezembro de 1976). A mãe dela, D. Maria, foi falar com a minha para ‘aconselhar’ que esquecêssemos aquele namoro... Meu salário (trabalhando como office-boy) só permitia uma viagem a cada cinco semanas... E no ombro de quem eu chorava muito, de saudades? No da minha mãe. Três anos depois, o namoro acabou, mas eu já tinha me tornado um 'cidadão carioca' – carioca como minha mãe – mesmo considerando-me muito mais um típico paulista, como meu pai. Bobagem – somos 50% DNA de um + 50% DNA do outro.

Depois, no Rio, fomos morar no Sítio ‘Nosso Cantinho’ (de meus tios Neusa e Nonito), na Rio-Petrópolis. Foi o único endereço em que nós, eu e meus três irmãos, ‘aceitamos’ morar – o da casa onde passávamos as férias todos os anos, em julho e janeiro. Minha mãe enfrentou tudo sozinha naquele ano, pois meu pai ficou morando em São Paulo para ir fechando a firma que administrava – uma distribuidora de alimentos macrobióticos. Meus dois irmãos estudaram numa escola rural. Minha irmã foi morar com a tia Glória – sua 'segunda mãe' – em Jacarepaguá.

Depois disso tudo, Ilha do Governador. Rua Haroldo Lobo, rua Rui Vaz Pinto, rua Gaspar Magalhães – endereço que foi o derradeiro para meu pai, em 1985. Anos sempre muito felizes. Lembro os lanches da tarde – café-com-leite e pão-com-manteiga. Adoro lanchar com minha mãe até hoje. É um ritual. Depois, às 18 horas, sempre que possível, sintonizamos a Ave Maria e rezamos juntos.

Que sorte a minha! Já vou indo... me aprontar para visitá-la.

Rio de Janeiro, 29 de junho – dia de São Pedro – de 2020.

Manoel Neto.
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Fechem esse blog!

Afinal, ele publica fake news!

Onde já se viu contar uma história - triste - dessas?

Pois é. Narrativa boa deve ser só a do tipo ficcional.

Acesse este link.
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domingo, 3 de maio de 2020

Maverick - a quem interessar possa.



Tenho apanhado por ser contracorrente à manada. Ao pensamento único. Ao discurso que agrada. Sem ideologia ou político de estimação.

Mas a 'paz' e a alegria proverbial dos brasileiros... nesta 'Nova República'... desde Sarney até aqui... deveu-se a uma só coisa: 'articulação'.

'Articulação', leia-se 'corrupção absoluta'. Nos palácios e nas cortes. De todos os 35 partidos. Não é conversa de botequim. Estudo todos eles desde 2014.

Mas tivemos carnavais e futebol. A saúde lixo e a última educação do mundo são meros detalhes. O cidadão não bate panela por isso.

Estamos devendo o PIB de um ano inteiro. Mas isso também não é nada. Importante, hoje, é o PT - que execrava Moro - festejá-lo.

Que volte a articulação! Sejam felizes! Eu, não.
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quarta-feira, 29 de abril de 2020

RPs cuidam de Comunicação Integrada há mais de três décadas...

... como meu livro-texto 'Relações Públicas e Marketing: convergências entre Comunicação e Administração' demonstra.

Assessoria 'de imprensa', essa jabuticaba, não é mais reivindicação da área de Relações Públicas desde 1988.

Jornalistas-em-assessoria-de-imprensa (autointitulados J.A.I.), esses, sim, fazem a chamada 'contenção', dentro das Redações, para clientes - sobretudo políticos. Para estes ficarem 'bem na fita', apesar das barras das calças pesadas de lama.

E mais desinformação, sempre, infelizmente... Mas... vamos lá: cerimonialistas, há duas décadas, constituíram sua própria profissão, e pedem, inclusive, regulamentação (o que os jornalistas não têm, nunca tiveram e... pior... não querem ter).

Sobre isto, a propósito; nos Conselhos Profissionais de RP apoiamos a iniciativa de Lula, de criação de Conselhos Federal e Regionais de Jornalistas - o que foi abortado pelos... patrões, aliás, os mesmos que pediram o fim da obrigatoriedade do diploma de nível superior para o exercício da profissão - dispensa que, desde 2009, vigora. E que, talvez, explique, pelo menos em parte, o péssimo nível do jornalismo brasileiro no presente.
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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

20 02 2020 - Criado o PRC - Partido Radical de Centro.


Se você não gostou da administração tucana...

Se você não gostou da administração petista...

E está vivo, operante... e continua vivendo no Brasil... seu lugar é o centro democrático e você aprova boas e honestas soluções, venham de que ideologia vierem - para a frente e para cima.

Não somos programáticos. Somos pragmáticos.
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sábado, 19 de outubro de 2019

Guerra Cultural? É a uberização, estúpido! Não só da Economia, mas da sua mente.


Abstraia Bolsonaro no poder e Lula na cadeia. Podia ser o inverso.

Esqueça Olavo de Carvalho e Marilena Chauí - que se merecem.

Delete Cortella na CBN e Karnal na CNN. Compre uma folhinha 'Seicho No Ie'.

Ouça o povo na praça. Ande pela rua. Observe as pessoas no elevador.

Repare nos hábitos. Não zapeie, preste atenção aos comerciais.

Desligue o celular por duas horas. Sem 'food delivery', peça um misto no boteco.

Silencie. Revolva lembranças. Rememore seus próprios sonhos. Os bons e os maus.

Contabilize sucessos e fracassos. Lembre dos sustos. Por onde anda seu irmão?

A mudança que permanece - como ensinou o Buda -, é insidiosa. E silente.

No seu peso corporal, nas práticas quotidianas, na conta bancária, na fé.

Não há revolução. Só evolução, mesmo que se retorne aos tapas e grunhidos.

Uber é termo alemão, mas a coisa não progrediu entre os Tedescos. Por que?

Sem cálice à moda do Chico, procure saber - como sugerem Paula e Caetano.

O 'boy' passou batido. Entra o 'bot' e... seus problemas acabaram... Ou não.

O patinete estacionou na noite. Baixe o 'app' e naturalize o desemprego monstro.

Contemple o Otto eterno no Jardim Botânico e a geringonça - que não é lusitana.

Na guerra cultural, a civilização ocidental desaparecerá sob a 'nova rota da seda'.

Recorro ao chavão e, sem saída, escrevo: depois não diga que não avisei.
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quinta-feira, 9 de maio de 2019

CARTA ABERTA AOS PROFISSIONAIS RELAÇÕES-PÚBLICAS DO BRASIL.


 1. Eu confesso: a vaidade tomou conta de mim quando convidado por um amigo
 querido a participar da Chapa 02 ao Conferp (Conselho Federal de Profissionais de
 Relações Públicas). Minha leitura à época foi a do reconhecimento por mais de 40
 anos por mim dedicados às causas das nossas formação e profissão.
 2. É público, há muito tempo: o meu intransigente posicionamento quanto ao valor
 da Lei 5.377/1967, do seu consequente Registro Profissional exclusivo de bacharéis
 em RP, da Responsabilidade Técnica inerente, e da necessidade do estrito cumpri-
 mento do papel regulatório-fiscalizatório pelo Sistema Conferp-Conrerp.
 3. Encheu-se de alegria o meu coração: na posse dos conselheiros federais, ao lado
 de treze vibrantes e bem-intencionados colegas de profissão, a 26 de janeiro último,
 em Brasília. Antes disso, no Rio de Janeiro, junto ao Conrerp1, municiara-me de
 dados para trabalhar pela integração do ‘modus operandi’ do Sistema, nacional-
 mente; algo absolutamente necessário e para o qual eu me julgava preparado para
 fazer. Presidente, secretária-geral, secretária executiva e assessora jurídica do
 Conrerp1 são testemunhas.
 4. Surpreendi-me, porém, já na primeira reunião plenária do Conferp: no dia
 seguinte à posse, 27 de janeiro último, não recebendo resposta afirmativa do
 grupo reunido quando indaguei – de viva-voz – se julgávamos ou não, todos ali
 presentes, o nosso Registro Profissional, o Sistema Conferp-Conrerp, e o vigente
 regramento de formação superior em Relações Públicas, como Ativos, genuíno
 Patrimônio nosso.
 5. Choquei-me com a afirmação formalmente apresentada pela Diretoria: na mesma
 plenária, citando ‘provável/possível mudança de denominação do bacharelado em
 Relações Públicas’. (Por que?). E, também, com o retorno de uma ultrapassada linha
 de debate (que já consumiu pelo menos dois mandatos federais) sobre ‘abertura da
 profissão’, ‘flexibilização da concessão do registro de RP a não bacharéis em RP, e
 uma suposta ‘atualização da Lei 5.377’; esta última, ‘atualização de lei’, coisa que
 simplesmente não existe.
 6. Decepcionei-me por não ter logrado obter, por longos dias: qualquer comentário –
 positivo ou negativo – sobre proposta conceitual inicial (por mim entregue impressa
 a todos, em 27/01) a qual elaborei sugerindo papel de ‘Internal Affairs’ para a
 Corregedoria; posição que eu – eleito para tal – viria a assumir no Conferp.
 7. Capitulei, finalmente: quando, em 08 de fevereiro último, data em que nossa
 primeira plenária à distância se deu, por Skype, testemunhei um ‘score’ de votação
 se inverter para atender a uma proposta (em minha opinião inaceitável) de que o
 (virtualmente deficitário) Sistema Conferp-Conrerp ‘financiasse’ passagens de um
 membro de (afluente) associação privada (em sua própria série de eventos), sob
 alegada ‘parceria’ (até então informal e, alegadamente, ‘iniciada’ em gestão anterior
 – o que não procede).
 Oficiei à Presidência do Conferp, no imediato dia subsequente, 09/02/2019, minha
 renúncia à função de Corregedor e meu requerimento de licença de membro efetivo,
 nos termos do Artigo 14 da Resolução Normativa 49, de 22/03/2003 (com suas
 alterações). Ref. MEMO 09/2019 - Assistente da Diretoria Conferp.
 Esclareço que permaneço na gestão 2019-2020-2021 até o seu final, legalmente
 corresponsável por acertos e erros até 25/01/2022, porém na condição de 
 conselheiro suplente e sem qualquer atividade deliberativa.
 Sei que desaponto colegas relações-públicas que, eventualmente, tenham tido
 na minha presença alguma parcela da razão de seu voto na Chapa 02. Ressalto,
 porém, que nada há que desabone a todos e a cada um de meus treze colegas de
 mandato; os quais respeito apesar das discordâncias que tardiamente descobri
 incontornáveis. Acrescento que não pretendo abrir ou manter debate público
 sobre os fatos aqui narrados.

 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2019.

 Manoel Marcondes Machado Neto, Reg. 3474/Conrerp1.
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segunda-feira, 25 de março de 2019

Sobre piar no Brasil...

1) Reforço o uso da sigla RP ao invés de PR no Brasil por uma questão de anti-colonialismo e porque este uso, muitas vezes, quer disfarçar o repúdio pela profissão regulamentada no país, franqueando o exercício de PR a qualquer um. Recente campanha da própria ABRACOM - 'Somos Todos Comunicação Corporativa' - baseou-se neste mote

2) A incompreensão sobre comunicação institucional e a incompetência no ensino desta disciplina (apesar da mesma ser a nossa especialidade por lei) - é um problema que não afeta os países anglófonos, onde o cidadão comum sabe diferenciar um 'statement' institucional de um comercial.

3) PR - nos países anglófonos - é sinônimo de 'media relations' (relações com a mídia, sucedâneo mais amplo de relações com a imprensa). Assim, aliás, nasceu a profissão, a partir de um jornalista - Ivy Lee - que, ANTES, abandonou a Redação para, então, oferecer seus préstimos às organizações necessitadas de 'publicity' (divulgação).

4) Em Portugal, pátria-mãe da lusofonia, é crime tipificado um jornalista praticar a 'dupla militância', ou seja, traficar sua influência junto às Redações para beneficiar 'clientes'. (Deveríamos adotar este parâmetro no Brasil, em minha opinião). Justiça seja feita; a ABRACOM condena a 'dupla militância'.

5) No Brasil, único país onde tem sentido a expressão "assessoria 'de imprensa' (sic)", esta atividade foi assumida historicamente por jornalistas. Daí a expressão - e até denominação de uma associação - de jornalistas-em-assessoria (JAI). Não sendo tipificado o ilícito da dupla militância tal modelo se perpetuou (e eu, por exemplo, 'não brigo mais esta briga' desde 2008).

6) O estatuto acadêmico da área em nosso país privilegiou outras atividades no âmbito da formação (e exercício) das Relações Públicas. Isto está bem demonstrado no célebre diagrama circular proposto por Margarida Kunsch em 2003, na edição revisada do livro originado em sua dissertação de mestrado (de 1986) - o qual explicita o modelo compreensivo da Comunicação Integrada. Ali, assessoria de imprensa é apenas uma atividade em 17 listadas pela professora que, aliás, foi minha orientadora no doutorado, a quem muito admiro e sou grato.


7) Em 2012, a partir de minha imersão nas questões do ensino de RP como coordenador da Comissão Acadêmico-Científica do Conrerp1 (visando colaborar com as novas Diretrizes Curriculares Nacionais - então em gestação no MEC), propus um passo adiante na compreensão da abrangência das RP brasileiras - analisando-as pelo viés das demandas e não mais das 'tarefas' - e representando-as com o composto de '4 Rs' do que chamei de 'Relações Públicas Plenas' - Reconhecimento / Relacionamento / Relevância / Reputação. E listei, em diagrama, 24 atividades distintas - sendo 'Divulgação' (Publicity), apenas uma delas. Tal modelo foi publicado em livro - adotado em concursos públicos recentes - que foi traduzido para o idioma inglês justamente para explicar ao mundo o caráter absolutamente holístico que preside a formação dos RPs brasileiros. E o termo 'Relações Públicas Plenas' foi traduzido pela expressão 'Full PR' - como não poderia deixar de ser.

A seguir: o link para o diagrama de '4 Rs' traduzido - www.fullPR.net
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