sábado, 17 de março de 2018
14 coisas de que estou farto:
- Leis não cumpridas na base do 'ilegal e daí?'
- Empresas disfarçadas de ONGs
- Fundos abutres tidos como empresas 'de tecnologia' (que não são), como a Uber
- Toscos metidos a doutos
- Ignorantes auto-alçados a 'coaches'
- Espertos auto-proclamados 'experts'
- Máfias travestidas em partidos políticos
- Políticos néscios que pensam(?) que são 'gestores'
- Negócios mal ajambrados escondidos sob enganosa propaganda
- 'Compliance' considerado substantivo, quando é meio
- Endomarketing
- Storytelling
- De continuarmos, no Brasil, a ser - colonizados - consumidores de estrangeirismos
- Casas de tolerância fantasiadas de Instituições de Ensino Superior
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terça-feira, 13 de março de 2018
Uma bela forma de comemorar o 8 de março!
Reinício - em grande estilo - das gravações do programa 'UERJ Entrevista': no novíssimo estúdio do CTE (Centro de Tecnologia Educacional), com a querida colega - errepê e professora - Eneida Leão, no Dia Internacional da Mulher, e refletindo sobre transparência!
Em breve!
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sexta-feira, 2 de março de 2018
Pequeno artigo sobre 'transparência' para o Fantástico Mundo RP.
Transparência: promessa de muitos, competência de poucos.
Vivemos um mundo de discursos e narrativas. Todo mundo tem algo a dizer, uma estória para contar. Não admira, pois, que surjam cada vez mais cursos que vão da oratória ao ‘storytelling’.
Quando estamos no universo corporativo, nós, Relações-Públicas, precisamos nos adaptar a essa realidade e prover as organizações de um discurso sobre si, único e distinto, além de aprimorar sua arte narrativa para construir táticas de negócios como relações institucionais e memória de empresa, por exemplo.
E hoje, como um sinal dos tempos, surge a demanda global por transparência. Algo que se abate sobre governos, empresas e organizações da sociedade civil. Muitos prometem, mas quase ninguém cumpre. Está aí algo para o que podemos contribuir.
Ser transparente é, antes de tudo, comunicar-se — bem — e com todos os públicos-chave; de colaboradores à imprensa, da comunidade circunvizinha às agências reguladoras, das entidades municipais, estaduais e federais à opinião pública em geral.
Todos querem saber tudo sobre o seu negócio. E se você mesmo não cuidar disso, alguém providenciará uma versão para a sua história, já que não existe vácuo quando se trata de informação.
"Ser transparente, enfim, é manter — boas — relações. É, pois, bem fazer… relações públicas".
LINK -https://www.facebook.com/FmundoRP/photos/a.268227359985897.1073741825.156868361121798/1128444960630795/?type=3&theater
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017
A SBAT corre o risco de morrer. Viva a SBAT!
Depois dessa década, passei de produtor a estudioso desse vasto campo.
Um doutorado na USP (marketing cultural) e um pós-doc na UFF (marketing para as artes) depois, deparo-me com a manifestação absolutamente oportuna (pelo reerguimento) atual e pungente de Aderbal Freire-Filho (esta, ontem, n'O Globo), no dia do centenário da SBAT.
Reflexo das muitas crises atuais do Brasil, o chamamento desse resistente (citado em minha tese) é urgente! Alardeia-se a todo minuto na imprensa que 'temos instituições fortes e elas estão funcionando'... ok... Mas trata-se, nessas menções, de instituições de Estado e não da cidadania. Nisto, somos frágeis. Quando se trata de institucionalizar causas, lutas, segmentos inteiros, as pessoas desaparecem... E, com a facilidade da internet e a (falsa) proximidade das redes sociais, passam a fazer manifestações 'de cadeira', sentadas diante de seus computadores, tablets e smartphones.
Como dirigente de uma típica ONG associativa (como a SBAT), vivo o movimento pendular entre o entusiasmo do que um coletivo pode ser e fazer, e o desânimo da solidão de 2 ou 3 gatos pingados 'idealistas'.
Que as gentes da arte e da cultura ouçam e atendam ao chamado do Aderbal! Se não somos, hoje, tão bons em criar empresas e instituições da sociedade civil que não passam à 'maturidade jurídica', ou seja, não entram vivas e operativas em seu terceiro ano, que consigamos pelo menos manter aquelas que foram construídas e mantidas pelas gerações que nos antecederam. Cultura é cultivo. E é disso que se trata aqui, agora.
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sábado, 2 de setembro de 2017
Agora, chega! Ilegal, e daí? Estou fora!
Infelizmente, nesta decisão judicial absurda e abjeta, confirmou-se a minha desconfiança de que, da 'Belíndia' (de mais de duas décadas atrás, por Edmar Bacha), o Brasil (inclua-se os brasileiros) 'escolheu' ser Índia.
Por conseguinte, arguo o meu direito legítimo de emigrar.
É lastimável que a 'uberização' da Economia - e de todas as outras coisas - (decantada até por colegas acadêmicos), ou o império do 'ilegal, e daí?', inclusive na Saúde (graças ao Doutor Já) e na Educação (graças à Anhanguera), tenha chegado à Justiça, que absolve - tendo como 'normal' - um sujeito (já fichado 15 vezes) que, dentro do transporte coletivo, ejacula e atinge um semelhante.
Na Índia, defeca-se nas calçadas - por não haver saneamento básico -,
assim como se abre caminho no trânsito urbano batendo os carros,
lata-com-lata.
Nada contra aquela nação, mas como não gosto e nem pertenço a castas que podem escolher não usar transportes coletivos (desconfio que todos os familiares de juízes e desembargadores brasileiros nem sabem o que é isto), resta-me seguir - não sem muita tristeza e ira - para um lugar que tenha atingido um patamar de civilidade, urbanidade e, principalmente, num Estado que cumpra os deveres que lhes são consignados pelos contribuintes (Segurança, Educação, Saúde e Justiça) - o que se dá no Brasil é justo o contrário - no nível que 'eu' considere normal.
Iniciada contagem regressiva.
Rio de Janeiro, 02/09/2017.
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Nada contra aquela nação, mas como não gosto e nem pertenço a castas que podem escolher não usar transportes coletivos (desconfio que todos os familiares de juízes e desembargadores brasileiros nem sabem o que é isto), resta-me seguir - não sem muita tristeza e ira - para um lugar que tenha atingido um patamar de civilidade, urbanidade e, principalmente, num Estado que cumpra os deveres que lhes são consignados pelos contribuintes (Segurança, Educação, Saúde e Justiça) - o que se dá no Brasil é justo o contrário - no nível que 'eu' considere normal.
Iniciada contagem regressiva.
Rio de Janeiro, 02/09/2017.
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sábado, 26 de agosto de 2017
RP / Marketing Cultural / Saídas para a crise.
RP: um perfil talhado para exercer o marketing cultural.
ECONOMIA CRIATIVA: oportunidade para empreender.
LINK
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ECONOMIA CRIATIVA: oportunidade para empreender.
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sábado, 15 de julho de 2017
'Alberto Kaplan - um documentário: pintar é como um jorro'.
Minha mais recente incursão na área da produção cultural: um curta-metragem (11m44s) sobre performance de Alberto Kaplan:
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