- Não tem preço...
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quarta-feira, 25 de março de 2015
domingo, 22 de março de 2015
Livro "100 Anos de RP no Brasil" está na Livraria Cultura.
A mais prestigiada rede brasileira de livrarias, a Livraria Cultura, incluiu em seu catálogo online o livro “100 Anos de Relações Públicas no Brasil: rumo à cidadania plena”, editado pelo Observatório da Comunicação Institucional em parceria com a Conceito Editorial.
Isto amplia o alcance da obra, que é comercializado também no portal OCI.
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sexta-feira, 6 de março de 2015
Chega de mimimi!
Os tópicos enormes que vez ou outra aparecem no Facebook sobre RP terão um mérito adicional, além das ricas e, às vezes, acaloradas discussões... se forem usados para arregimentar aqueles que pensam parecido e acreditam que a nossa formação e profissão regulamentada são ativos que não podem ser perdidos, menosprezados, ignorados. É o meu caso. Penso assim. E trabalho por isso quando formulo, escrevo, palestro, dou aulas e orientação a trabalhos de graduação e de pós.
Claro que não ser quer unanimidade. Claro que não há dono(s) da verdade. Mas é preciso, em minha opinião, juntar os errepês - sobretudo os recém-formados e em vias de se formar - e entregar a aqueles com mais garra, a liderança do movimento de resgate. Foi assim em São Paulo com a eleição da ex-voluntária Elaine Lina, em 2006. Foi assim no Rio de Janeiro com a eleição de Alexandre Coimbra, em 2009. Foi assim na Bahia, com o novo Conrerp7, em 2012.
Uma renovação faz-se necessária. Os argumentos dos "antigos" não "colam" mais. A sociedade mudou, as tecnologias mudaram. Só não mudou a importâncias das Relações Públicas para as organizações e mesmo para os indivíduos. Esta, pelo contrário, reforçou-se em seus tradicionais fundamentos de conduta ética e de transparência.
Já o 'post' de Ana Paula Maniá, no último desses tópicos enormes, pode servir de mote para um grupo de estudos. Há, nele, várias questões imbricadas, problemas de origens diferentes e, por isso mesmo, necessitadas de abordagens diferentes e soluções diferentes, caso a caso.
É preciso separar a - ótima - formação em RP (pelo menos em tese, nos programas) da - péssima - situação de reconhecimento da área pelo mercado contratador. Há exceções. E elas nos ensinarão muito. Há nichos de mercado que reconhecem nossos diferenciais e aí, neles, somos, os cursos de RP, "celeiros" de perfis profissionais.
Outra questão é a de denominação. Nossa formação - em RP - permite-nos atuar em um sem números de cargos e funções diferentes, quase nunca com o título "relações-públicas". Isto, em minha visão, não é um problema. Talvez seja, antes, uma oportunidade.
Minha sugestão é que nos unamos em torno das discussões que querem, afinal, valorizar a escolha de formação que fizemos na faculdade e ratificá-la no universo produtivo das organizações no Brasil.
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sábado, 28 de fevereiro de 2015
Transparência? Ora, a transparência!
Temos o direito de saber como é gasto o tempo de todo e qualquer servidor público.
http://observatoriodacomunicacao.org.br/clippings/transparencia-ora-a-transparencia/
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
A brasileiríssima arte de colocar os bois adiante do carro.
DEU N'O GLOBO DE ONTEM: "Pezão 'detona' Secretaria de Economia Criativa da estrutura administrativa do estado do Rio de Janeiro".
COMENTÁRIO: Se o Rio de Janeiro, caixa de ressonância cultural do país, trata oficialmente assim a questão, imaginemos como se dá a gestão da cultura no resto do país.
Lástima!
A propósito, Lusia Angelete e eu já alertáramos para isso, em artigo.
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sábado, 7 de fevereiro de 2015
PREGANDO NO DESERTO...
Este é o calvário de Juca Ferreira no país em que nem 1 parlamentar "adota" a cultura como causa...
http://oglobo.globo.com/cultura/especialistas-recebem-com-apreensao-proposta-de-juca-ferreira-sobre-lei-rouanet-15268567
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
E o absurdo acontece!
O Conferp anunciou – na última semana de 2014, segundo ano da atual gestão (para agora postegar para o final de fevereiro) – a "grande novidade" da carteira de identidade profissional (tipo "smartcard") para 2015, um projeto pronto desde o último ano do mandato anterior, de Flávio Schmidt (2012).
Na falta de qualquer outra realização (a não ser a vexaminosa tentativa de "implosão" do próprio Sistema Conferp-Conrerp – com a impropriedade da proposta "atualização" da Lei 5.377), o Conferp dá prova de três anos jogados fora sob qualquer parâmetro de gestão que se queira invocar.
E ainda comete a temeridade de abrir mão de receita!
Uma receita legítima e certa de 7.500 reais, "oferecendo" uma "gratuidade" (da taxa regulamentar de 75 reais) para "os 100 primeiros que requererem a nova carteira de identidade profissional".
Ora, a transição para o novo documento é compulsória, uma vez que nossa carteira atual é absolutamente vulnerável a grosseiras falsificações – tanto que sua sistemática de emissão foi alvo do projeto de modernização conduzido pelo conselheiro federal Marcelo Gentil (no mandato 2010-2012), junto ao Conselho Federal de Contabilidade – o qual serviu de "benchmarking case" para nós.
Todos nós, profissionais de relações públicas, teremos que requerer a nova identidade.
Sendo isto, pois, obrigatório, e incorrendo – sua implementação (em todas e em cada Região) – em custos (a emissão de cada carteira onerará cada Conrerp e, por conseguinte, o Conferp), como pode o mesmo Conferp "abrir mão" dessa receita? Com base em quê?
Sentimento de "culpa" pela inação recente? Sentimento de "culpa" pela incompetência? Compensação de antipatia por simpatia?
Como isto foi proposto? Como foi aprovado? O que significa? A adoção de uma lógica de varejo numa autarquia federal de fiscalização profissional? A adoção de uma lógica de promoção de rádio para "os primeiros ouvintes que ligarem"?
Que entidade profissional pode ser considerada séria assim procedendo? Dando, de graça, aquilo que se constitui em sua principal fonte de receita? Não compete a um Conselho Profissional distribuir benesses sob qualquer justificativa!
Como pode uma gestão, no exercício do mandato, colocar em risco a saúde financeira do próprio Sistema, abrindo mão de receita numa quadra especialmente difícil, em que a 1a. Região, por exemplo, recorre a doações para fechar as contas?
Alguma coisa está muito fora da ordem nesta gestão do Conferp. Há uma inadequação monumental de conduta. Um belíssimo exemplo daquilo que NÃO deve ser a gestão de um órgão que é, afinal, um regulador, e que deveria – no mínimo – dar bons exemplos.
http://www.conferp.org.br/boletim/cards2/
Na falta de qualquer outra realização (a não ser a vexaminosa tentativa de "implosão" do próprio Sistema Conferp-Conrerp – com a impropriedade da proposta "atualização" da Lei 5.377), o Conferp dá prova de três anos jogados fora sob qualquer parâmetro de gestão que se queira invocar.
E ainda comete a temeridade de abrir mão de receita!
Uma receita legítima e certa de 7.500 reais, "oferecendo" uma "gratuidade" (da taxa regulamentar de 75 reais) para "os 100 primeiros que requererem a nova carteira de identidade profissional".
Ora, a transição para o novo documento é compulsória, uma vez que nossa carteira atual é absolutamente vulnerável a grosseiras falsificações – tanto que sua sistemática de emissão foi alvo do projeto de modernização conduzido pelo conselheiro federal Marcelo Gentil (no mandato 2010-2012), junto ao Conselho Federal de Contabilidade – o qual serviu de "benchmarking case" para nós.
Todos nós, profissionais de relações públicas, teremos que requerer a nova identidade.
Sendo isto, pois, obrigatório, e incorrendo – sua implementação (em todas e em cada Região) – em custos (a emissão de cada carteira onerará cada Conrerp e, por conseguinte, o Conferp), como pode o mesmo Conferp "abrir mão" dessa receita? Com base em quê?
Sentimento de "culpa" pela inação recente? Sentimento de "culpa" pela incompetência? Compensação de antipatia por simpatia?
Como isto foi proposto? Como foi aprovado? O que significa? A adoção de uma lógica de varejo numa autarquia federal de fiscalização profissional? A adoção de uma lógica de promoção de rádio para "os primeiros ouvintes que ligarem"?
Que entidade profissional pode ser considerada séria assim procedendo? Dando, de graça, aquilo que se constitui em sua principal fonte de receita? Não compete a um Conselho Profissional distribuir benesses sob qualquer justificativa!
Como pode uma gestão, no exercício do mandato, colocar em risco a saúde financeira do próprio Sistema, abrindo mão de receita numa quadra especialmente difícil, em que a 1a. Região, por exemplo, recorre a doações para fechar as contas?
Alguma coisa está muito fora da ordem nesta gestão do Conferp. Há uma inadequação monumental de conduta. Um belíssimo exemplo daquilo que NÃO deve ser a gestão de um órgão que é, afinal, um regulador, e que deveria – no mínimo – dar bons exemplos.
http://www.conferp.org.br/boletim/cards2/
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