sábado, 14 de abril de 2018

HOJE é data para comemorar!

14 de abril de 2000 - defesa de minha tese de doutoramento na ECA/USP, sob a orientação de Margarida Kunsch.

Trabalho aprovado - com a participação de Marcos Campomar - tradutor de Philip Kotler - e professor da FEA/USP.

14 de abril de 2018 - data de maioridade do texto. Aprovada sua 3a. edição em livro - atualizada, revista e ampliada.


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domingo, 8 de abril de 2018

Um ciclo convivencial completo, de Vasconcellos a Illich, de Bernays a Marcondes.


Em um mundo melhor, o Facebook voltaria a ser uma brincadeira de estudantes enfadados, o Instagram, um 'app' grátis de fotos, e o WhatsApp seria extinto por concorrência desleal - sacramentando a separação essencial entre as indústrias de 'telecom' e mídia.

Fusões e aquisições seriam restritas por um código social (toda organização tem um objeto social), e a propaganda retornaria a cumprir o seu papel tal como descrito por Manoel Maria de Vasconcellos: uma indústria com responsabilidade à altura de sua missão - também - educativa.






sábado, 17 de março de 2018

14 coisas de que estou farto:


- Leis não cumpridas na base do 'ilegal e daí?'

- Empresas disfarçadas de ONGs

- Fundos abutres tidos como empresas 'de tecnologia' (que não são), como a Uber

- Toscos metidos a doutos

- Ignorantes auto-alçados a 'coaches'

- Espertos auto-proclamados 'experts'

- Máfias travestidas em partidos políticos

- Políticos néscios que pensam(?) que são 'gestores'

- Negócios mal ajambrados escondidos sob enganosa propaganda

- 'Compliance' considerado substantivo, quando é meio

- Endomarketing 

- Storytelling

- De continuarmos, no Brasil, a ser - colonizados - consumidores de estrangeirismos

- Casas de tolerância fantasiadas de Instituições de Ensino Superior
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terça-feira, 13 de março de 2018

Uma bela forma de comemorar o 8 de março!


Reinício - em grande estilo - das gravações do programa 'UERJ Entrevista': no novíssimo estúdio do CTE (Centro de Tecnologia Educacional), com a querida colega - errepê e professora - Eneida Leão, no Dia Internacional da Mulher, e refletindo sobre transparência!

Em breve!
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sexta-feira, 2 de março de 2018

Pequeno artigo sobre 'transparência' para o Fantástico Mundo RP.


Transparência: promessa de muitos, competência de poucos.

Vivemos um mundo de discursos e narrativas. Todo mundo tem algo a dizer, uma estória para contar. Não admira, pois, que surjam cada vez mais cursos que vão da oratória ao ‘storytelling’.

Quando estamos no universo corporativo, nós, Relações-Públicas, precisamos nos adaptar a essa realidade e prover as organizações de um discurso sobre si, único e distinto, além de aprimorar sua arte narrativa para construir táticas de negócios como relações institucionais e memória de empresa, por exemplo.

E hoje, como um sinal dos tempos, surge a demanda global por transparência. Algo que se abate sobre governos, empresas e organizações da sociedade civil. Muitos prometem, mas quase ninguém cumpre. Está aí algo para o que podemos contribuir.

Ser transparente é, antes de tudo, comunicar-se — bem — e com todos os públicos-chave; de colaboradores à imprensa, da comunidade circunvizinha às agências reguladoras, das entidades municipais, estaduais e federais à opinião pública em geral.

Todos querem saber tudo sobre o seu negócio. E se você mesmo não cuidar disso, alguém providenciará uma versão para a sua história, já que não existe vácuo quando se trata de informação.

"Ser transparente, enfim, é manter — boas — relações. É, pois, bem fazer… relações públicas".

LINK -https://www.facebook.com/FmundoRP/photos/a.268227359985897.1073741825.156868361121798/1128444960630795/?type=3&theater
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

A SBAT corre o risco de morrer. Viva a SBAT!

Tive a chance, a sorte, de ser produtor cultural por dez anos da minha vida. Foi uma década maravilhosa. Não porque tudo deu certo, mas pela riqueza do contato com artistas. De muitas origens, de muitos gêneros de criação. Do teatro, mas também da poesia, da música, da dança, do livro, do audiovisual, das artes plásticas.

Depois dessa década, passei de produtor a estudioso desse vasto campo.

Um doutorado na USP (marketing cultural) e um pós-doc na UFF (marketing para as artes) depois, deparo-me com a manifestação absolutamente oportuna (pelo reerguimento) atual e pungente de Aderbal Freire-Filho (esta, ontem, n'O Globo), no dia do centenário da SBAT.

Reflexo das muitas crises atuais do Brasil, o chamamento desse resistente (citado em minha tese) é urgente! Alardeia-se a todo minuto na imprensa que 'temos instituições fortes e elas estão funcionando'... ok... Mas trata-se, nessas menções, de instituições de Estado e não da cidadania. Nisto, somos frágeis. Quando se trata de institucionalizar causas, lutas, segmentos inteiros, as pessoas desaparecem... E, com a facilidade da internet e a (falsa) proximidade das redes sociais, passam a fazer manifestações 'de cadeira', sentadas diante de seus computadores, tablets e smartphones.

Como dirigente de uma típica ONG associativa (como a SBAT), vivo o movimento pendular entre o entusiasmo do que um coletivo pode ser e fazer, e o desânimo da solidão de 2 ou 3 gatos pingados 'idealistas'.

Que as gentes da arte e da cultura ouçam e atendam ao chamado do Aderbal! Se não somos, hoje, tão bons em criar empresas e instituições da sociedade civil que não passam à 'maturidade jurídica', ou seja, não entram vivas e operativas em seu terceiro ano, que consigamos pelo menos manter aquelas que foram construídas e mantidas pelas gerações que nos antecederam. Cultura é cultivo. E é disso que se trata aqui, agora.
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sábado, 2 de setembro de 2017

Agora, chega! Ilegal, e daí? Estou fora!


Infelizmente, nesta decisão judicial absurda e abjeta, confirmou-se a minha desconfiança de que, da 'Belíndia' (de mais de duas décadas atrás, por Edmar Bacha), o Brasil (inclua-se os brasileiros) 'escolheu' ser Índia.

Por conseguinte, arguo o meu direito legítimo de emigrar.

É lastimável que a 'uberização' da Economia - e de todas as outras coisas - (decantada até por colegas acadêmicos), ou o império do 'ilegal, e daí?', inclusive na Saúde (graças ao Doutor Já) e na Educação (graças à Anhanguera), tenha chegado à Justiça, que absolve - tendo como 'normal' - um sujeito (já fichado 15 vezes) que, dentro do transporte coletivo, ejacula e atinge um semelhante.


Na Índia, defeca-se nas calçadas - por não haver saneamento básico -, assim como se abre caminho no trânsito urbano batendo os carros, lata-com-lata.

Nada contra aquela nação, mas como não gosto e nem pertenço a castas que podem escolher não usar transportes coletivos (desconfio que todos os familiares de juízes e desembargadores brasileiros nem sabem o que é isto), resta-me seguir - não sem muita tristeza e ira - para um lugar que tenha atingido um patamar de civilidade, urbanidade e, principalmente, num Estado que cumpra os deveres que lhes são consignados pelos contribuintes (Segurança, Educação, Saúde e Justiça) - o que se dá no Brasil é justo o contrário - no nível que 'eu' considere normal.

Iniciada contagem regressiva.

Rio de Janeiro, 02/09/2017.
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