sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O QUE MARCOU MEU 2011.

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Muito trabalho em diversas frentes.

- UERJ: na extensão, na graduação e no mestrado da FAF;

- CONRERP/RJ: ainda toureando a crise herdada e enfrentando as incertezas da flexibilização (ou não) do registro profissional;

- SALESIANA DE MACAÉ: colocando "no ar", com os estudantes, uma webRadio e uma webTV.

Ponto culminante de 2011 foi ter lançado, pela Editora Ciência Moderna, com a colega tributarista Lusia Angelete Ferreira, o livro "Economia da Cultura: contribuições para a construção do campo e histórico da gestão de organizações culturais no Brasil", cobrindo 90 anos de administração da cultura no país. Com evento em São Paulo (debate, na Livraria da Vila, com Dennis de Oliveira, da USP) e no Rio de Janeiro (palestra, na Livraria Leonardo da Vinci, com Lusia Angelete Ferreira):

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Assessor de imprensa: jornalista ou errepê?

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O jornalista “que veio do frio"... ou seja, saído da redação, "enfronhado" com as mumunhas dos coleguinhas, é cada vez mais raro. O espaço profissional dos relações-públicas é o do bacharel preparado para o ambiente empresarial. Nisto, somos os perfis ideais.

Outra coisa: é fundamental que haja o atrito, a fricção (ponto e contraponto - vide case do blog "Fatos & Dados", da Petrobras), entre o assessor de comunicação e o jornalista (este, sempre, nos meios). Não há que ser "amiguinho" do repórter (até pode haver amizade pessoal, mas sem interferência no julgamento profissional - vide filme "Ausência de Malícia").

A “boa” proximidade com os jornalistas (uns aqui, na redação, e outros lá, "dentro" das organizações) foi um conceito comum no início das Relações Públicas no Brasil por que "todos éramos amiguinhos" contra a ditadura. Era preciso furar o bloqueio dos "porta-vozes oficiais". 

Isto acabou, mas infelizmente, o que temos hoje - nesta era de tráfico de influência entre "coleguinhas" lá e cá, dentro e fora das redações -, é uma espécie de "porta-voz" informal das corporações DENTRO ou "por dentro" das empresas (vide case da crise Chevron) - o que é condenável em qualquer país do mundo, com regulação de RRPP ou não, com diploma de jornalismo ou não.

Isto é o que os "jornalistas em assessoria" precisam entender e passar a praticar, inclusive registrando-se como pessoas jurídicas (que todos já são, afinal!) no Sistema Conferp-Conrerp.
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